Harry Potter and the Philosopher’s Stone

Dando início ao review Harry Potter em contagem regressiva para o último filme…

Posters originais do filme

Minerva McGonagall: “Por favor Alvo, me diga que os rumores não são verdade”

Alvo Dumbledore: “Temo que sim. Os bons e os maus.”

E com essa conversa começa o filme que conta a história do menino que sobreviveu. O primeiro filme tem uma dúzia de acertos, assim como uma dúzia de coisas que não deram certo. Acredito que a escolha de Chris Columbus como diretor se deu ao fato de ele ter trabalhado em diversos filmes infantis antes, como Home Alone (Esqueceram de Mim). Não sei se foi uma escolha certa. Não me levem a mal, mas parece que ele faz muito esforço para seguir o livro. Dezenas de diálogos foram retirados dele, e algumas coisas perdem o foco porque estamos em um filme e não um livro. O livro, é bem sucinto (acredito que existem dois motivos para isso: é o primeiro e a J.K. não queria entregar muito no começo; o segundo é que a saga é infanto-juvenil e precisava atrair crianças, e um livro grande e pesado não atrairia esse público). O filme perde na falta de relação entre alguns eventos. Isso é algo que sempre senti, desde a primeira vez que vi o filme.

Outro ponto do filme é que o elenco infantil ainda era muito inexperiente (Macaulay Culkin é um raro caso). Daniel Radcliffe tem um tique nervoso irritante (que só desaparece com a mudança de diretor no terceiro filme); Ruppert Grint ainda está achando seu tino cômico e Tom Felton se esforça muito para ser o menino mimadinho. Emma Watson é uma pequena exceção, apesar de que ainda lhe falta um pouquinho.

Já o elenco adulto está afinado e bem selecionado. Quando eu lia os livros antes de sairem os filmes, sempre imaginei Professora Minerva como a Lady Maggie Smith (engraçado). A pedido de Rowling, Robbie Coltrane foi chamado para ser Hagrid, e ele é perfeito no papel. Alan Rickman como Snape é memorável. E Richard Harris foi o melhor Albus Dumbledore. Eu sei, não temos mais como tê-lo nos filmes, e isso me chateia, mas ele é perfeito como o Diretor. Outros nomes de peso foram chamados, como John Cleese (Nearly-Headless Nick) e John Hurt (Mr. Ollivander).

Outro ponto positivo é a o tema criado para a série por John Williams. Assim que toca no começo do filme, torna a experiência especial. Esse é um ponto em que os filmes futuros pecaram, pois John Williams não tem mais ligação com a série. Tenho que confessar, no entanto, que fora a música tema, a trilha sonora chega a ser pouco inspirada no curso do filme.

Sobre tudo, o importante a notar é o que o filme fez pela série. Conheço várias pessoas que começaram a ler os livros por causa dos filmes. E ele tem sim um charme especial. Sem contar que teve a difícil tarefa de agradar a fãs e não tão chegados.

Curiosidades:

– Nos EUA o filme se chama “… the Sorcerer’s Stone” porque o livro lá leva também esse nome. Aparentemente, Philosopher causaria transtornos aos americanos, porque a palavra não atrairia as crianças, rs.

– Essa semana, a J.K. fez anúncio de um novo produto relacionado a Potter mania, em um site chamado pottermore.com – ainda não se sabe bem o que é. Mais detalhes, dia 23 de junho.

Para filme inicial da série, a minha nota é 3 de 4 corujas brancas.

That’s all folks!

Lica

Pride and Prejudice

Ganhei de presente de Natal uma cópia de Pride and Prejudice de uma coleção super bonitinha. Já tinha Alice in Wonderland and Through the Looking Glass (que ganhei no Natal anterior – 2009 do meu irmão fofo). E, então, eu comprei Macbeth (meu Shakespeare favorito).

Já tinha lido Jane Austen antes em Sense and Sensibility (e depois fiquei louca para rever a versão em filme com a Kate Winslet como Marianne e que torna o Alan Hickman algo parecido com um galã) e, apesar de ter gostado da história, não se tornou a minha favorita.

Bom, adorei Pride and Prejudice. Amei. Aliás, que galã é o Mr. Darcy! Agora, anseio em ver o Colin Firth intrepretando-o!

A perfect Mr. Darcy!

Mas, muito provavelmente, terei que me contentar com a versão de 2005 que tenho em DVD e nunca assisti.

Keira Knightley... not my favourite actress!

Ah, fim de carnaval… Nada me resta ficar a esperar um Mr. Darcy!

Bjos,

Lica

Eat Pray Love

Capa Original
A capa do meu livro

Como um grande número de mulheres, fui ver a versão cinematográfica do livro no cinema ano passado, e resolvi depois lê-lo, pois achei uma versão paperback baratinha. Bom, não sei o que criticar no livro. Achei que a escritora é bem mais engraçada e espirituosa. Adorei a parte da Itália e toda a comilança. Da viagem dela, o único lugar em que eu gostaria de passar 3 meses seria a Itália. Não iria para um Ashram e não iria para Bali (pode ser lindo, mas temos lindas praias no Brasil e para falar a verdade – não sou fã de praias – pessoa branca que não bronzeia e praia não combinam…).

Começo mais um ano lendo. Será que desta vez consigo terminá-lo lendo de novo?

Bacione,

Lica

PS – O livro foi meu companheiro na viagem e me ajudou a ficar calma em momentos em que fico nervosa – i.e. dentro de um avião (para quem não sabe – morro de medo de altura, odeio avião porque sinto muito medo e penso o tempo todo que ele vai cair enquanto estou nele… algo a mudar em 2011?)