Harry Potter and the Chamber of Secrets

Dumbledore: “São as nossas escolhas, mais do que as nossas capacidades, que mostram quem realmente somos.”

Segundo filme, segundo post. Há uma clara evolução entre Pedra Filosofal e Câmera Secreta como filme. Há uma sequência dos fatos mais clara, sem dar a sensação de que são capítulos. Há o início de um tema mais sombrio, já que a série literária começou a tratar de algumas questões mais complexas como preconceito, a busca por poder e o tratamento dos poderosos com quem teoricamente teria menos poder.

O trio infantil apresenta grande melhora, principalmente o Rupert e a Emma (o Daniel evoluiu com a mudança de diretor no próximo filme a ser analisado). E o elenco de apoio está cada vez mais espetacular. Jason Isaacs como Lucius Malfoy é fabuloso. E a escolha acertadíssima de Kenneth Branagh para Gilderoy Lockhart torna as cenas com o professor de DCAT deliciosas. Gostaria de ter mais cenas com o bruxo, mas o próprio filme se encaminha de fechar a participação com a cena pós-créditos.

Curiosidades:

– Vi esse filme no dia de estréia, primeira sessão, no Kinoplex 7 com a minha amiga Ludmila (e o menino chato da fila, lembra?).

Esse foi por anos, meu livro menos favorito da série (só recuperou status porque o sexto tem muito a ver com ele e é um dos favoritos). Por isso, acho que acabei nunca apreciando o filme. Acho que há um empate técnico com o primeiro – 3 de 4 corujas brancas.

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PS – Hoje saiu o anúncio sobre o que é o Pottermore e, pelo que entendi, será uma rede social para ler e compartilhar as experiências de Harry Potter. Sairá oficialmente em outubro!

Harry Potter and the Philosopher’s Stone

Dando início ao review Harry Potter em contagem regressiva para o último filme…

Posters originais do filme

Minerva McGonagall: “Por favor Alvo, me diga que os rumores não são verdade”

Alvo Dumbledore: “Temo que sim. Os bons e os maus.”

E com essa conversa começa o filme que conta a história do menino que sobreviveu. O primeiro filme tem uma dúzia de acertos, assim como uma dúzia de coisas que não deram certo. Acredito que a escolha de Chris Columbus como diretor se deu ao fato de ele ter trabalhado em diversos filmes infantis antes, como Home Alone (Esqueceram de Mim). Não sei se foi uma escolha certa. Não me levem a mal, mas parece que ele faz muito esforço para seguir o livro. Dezenas de diálogos foram retirados dele, e algumas coisas perdem o foco porque estamos em um filme e não um livro. O livro, é bem sucinto (acredito que existem dois motivos para isso: é o primeiro e a J.K. não queria entregar muito no começo; o segundo é que a saga é infanto-juvenil e precisava atrair crianças, e um livro grande e pesado não atrairia esse público). O filme perde na falta de relação entre alguns eventos. Isso é algo que sempre senti, desde a primeira vez que vi o filme.

Outro ponto do filme é que o elenco infantil ainda era muito inexperiente (Macaulay Culkin é um raro caso). Daniel Radcliffe tem um tique nervoso irritante (que só desaparece com a mudança de diretor no terceiro filme); Ruppert Grint ainda está achando seu tino cômico e Tom Felton se esforça muito para ser o menino mimadinho. Emma Watson é uma pequena exceção, apesar de que ainda lhe falta um pouquinho.

Já o elenco adulto está afinado e bem selecionado. Quando eu lia os livros antes de sairem os filmes, sempre imaginei Professora Minerva como a Lady Maggie Smith (engraçado). A pedido de Rowling, Robbie Coltrane foi chamado para ser Hagrid, e ele é perfeito no papel. Alan Rickman como Snape é memorável. E Richard Harris foi o melhor Albus Dumbledore. Eu sei, não temos mais como tê-lo nos filmes, e isso me chateia, mas ele é perfeito como o Diretor. Outros nomes de peso foram chamados, como John Cleese (Nearly-Headless Nick) e John Hurt (Mr. Ollivander).

Outro ponto positivo é a o tema criado para a série por John Williams. Assim que toca no começo do filme, torna a experiência especial. Esse é um ponto em que os filmes futuros pecaram, pois John Williams não tem mais ligação com a série. Tenho que confessar, no entanto, que fora a música tema, a trilha sonora chega a ser pouco inspirada no curso do filme.

Sobre tudo, o importante a notar é o que o filme fez pela série. Conheço várias pessoas que começaram a ler os livros por causa dos filmes. E ele tem sim um charme especial. Sem contar que teve a difícil tarefa de agradar a fãs e não tão chegados.

Curiosidades:

– Nos EUA o filme se chama “… the Sorcerer’s Stone” porque o livro lá leva também esse nome. Aparentemente, Philosopher causaria transtornos aos americanos, porque a palavra não atrairia as crianças, rs.

– Essa semana, a J.K. fez anúncio de um novo produto relacionado a Potter mania, em um site chamado pottermore.com – ainda não se sabe bem o que é. Mais detalhes, dia 23 de junho.

Para filme inicial da série, a minha nota é 3 de 4 corujas brancas.

That’s all folks!

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Movies Movies Movies

Hello all!

A muito tempo atrás coloquei uma lista de músicas que marcaram a minha vida e pensei em fazer isso com filmes. Bom, essa semana assisti ao finalzinho de um filme que sempre gostei de assistir na TV, e me deu vontade de colocar pelo menos alguns filmes aqui, não sei se todos marcaram mesmo, se é uma lista ou qualquer outra coisa, rs.

O filme em questão é com a antiga queridinha das comédias românticas dos anos 90. Aliás, acho que deveria existir um personagem em uma comédia romântica inspirada nela. Ela deu nome a um corte de cabelo super popular na época (agora vocês já sabem que não é a Pretty Woman Julia Roberts, rs). Sim, é a Meg Ryan, e o filme em questão se chama Addicted to Love ou no português – A Lente do Amor (amo esses nomes brasileiros para filmes). A história é bobinha – um rapaz astrônomo perde a namorada da vida inteira para um francês, dono de um restaurante, e, querendo vingança, se junta a ex do francês, Meg Ryan, para conseguir a namoradinha de volta. O astrônomo é o Matthew Broderick (o eterno Ferris Bueller, em um dos meus filmes favoritos), a namorada da infância é a Kelly Preston e o francês não fez outros filmes interessantes. Adoro esse filme pela história bobinha e engraçada, e pelo cabelo da Meg Ryan. Sim, eu gostaria de fazer esse corte, mas acredito que – meu cabelo iria de deixar louca e não ficaria bem no meu rosto. That’s life, anyway.

Vamos a outros filmes que amo:

* Ferris Bueller’s Day Off – chamado no Brasil de Curtindo a Vida Adoidado – quem não queria ser o Ferris Bueller por um dia (exatamente no seu Day Off)? Além de divertido, sempre dá aquela saudade boa do que os anos 80 teve de bom.

*Sleepless in Seatle (Sintonia de Amor, lol) – já que falei de Meg Ryan – tá aí uma das comédias românticas mais bonitinhas da história. E o final sempre me faz achar que Tom Hanks e a Meg deveriam fazer par romântico em todas as comédias românticas do cinema.

* Indiana Jones and The Last Crusade (Indiana Jones e a Última Cruzada) – hum, adoro a série Indiana Jones (talvez por causa do Harrison Ford, talvez por causa do Steven Spielberg, talvez pelo conjunto da obra), mas esse é meu favorito, e já vi tantas vezes que conheço até a trilha sonora de cabeça. Meus trechos favoritos incluem as frases “Oh, Venice!”, “He had NO ticket” e “Head to the fireplace” – no meio de um incêndio.

* Star Wars – adoro a série, provavelmente tem algo a ver com Harrison Ford :D

* Le Fabuleux Destin d’Amelie Poulain – adoro esse filme. Adoro a Audrey Tatou nesse filme. A história singela da garota diferente em uma Paris pouco amigável, sempre me faz rir. E o final é uma gracinha. Adoro especialmente o gnomo que sai para conhecer o mundo e manda postais para o pai da Amelie.

* Chocolate – já que estamos falando de franceses – essa história se passa na França, e tem muito chocolate. Além disso a história é ótima. A parte ruim? Dá vontade se empanturrar de chocolate durante o filme todo e horas após o final. Não recomendado para diabéticos…

* My Girl (Meu Primeiro Amor, should I say – LOL?) – a história da garota orfã de mãe que vive com o pai na casa e empresa da família (uma funerária) apaixonada pelo professor de Literatura, mas sem notar o seu melhor amigo, ficará para sempre na memória de quem viveu na década de noventa. Para as meninas, uma história triste, para os meninos, um pé no saco (rs). Toda vez que eu vejo choro. E sempre na mesma parte: quando ela desce para o funeral e começa a surtar com os familiares do menino. Volto a chorar quando ela lê o poema também.

* El Labirinto del Fauno (filmes não americanos recebem o mesmo nome em Português – será um complô?) – um filme maravilhoso. Acho que nem é possível descrever a história aqui. Assistam e comprovem.

* Pleasantville (A Vida em Preto e Branco) – logo depois que saiu Spiderman, vi diversos filmes com o Tobey Maguire. Esse é meu favorito. A história? Dois irmãos adolescentes são transformados em personagens de uma série em preto e branco da década de cinquenta. Conforme o tempo passa, vão transformando a cidade de Pleasantville (em que todos são felizes na superfície) em uma nova cidade, colorida. Além dos efeitos especiais maravilhosos, tem excelentes atuações. Um must see movie.

* Cruel Intentions (Segundas Intenções) – clássico adolescente dos anos 90. Adoro a Sarah Michelle Gellar nesse filme. Ela é uma vilã perfeita.

* Matrix (mas só o primeiro) – esse filme tem tanta coisa, tanta filosofia, tanta metáfora, que é uma pena que ele tenha duas sequências sem inspiração. E não, não falo dos efeitos especiais. A história é boa de verdade.

* The Little Mermaid (A Pequena Sereia) – meu favorito filme Disney (e talvez a razão por eu amar cabelos vermelhos). A história todo mundo conhece. Uma das músicas ganhou o Oscar (merecido – adoro Under The Sea e todas as graças dentro da música). O filme reanimou o mercado de desenhos, permitindo a criação de outros clássicos como Beauty and The Beast (A Bela e a Fera – filme de que sei as letras de cor) e Lion King (O Rei Leão).

* Um capítulo especial para animação – Faves: Monsters Inc. (Monstros SA – amo a trilha jazz desse filme); Wall-E (árvore de pizza!); Up (Altas Aventuras); Finding Nemo (Procurando Nemo); Ice Age (A Era do Gelo); Madagascar; The Incredibles (Os Incríveis); Shrek 2; Toy Story.

* The Terminal – adoro Steven Spielberg. Sei que ele já fez muitos ótimos filmes. Gosto desse aqui por ser super bonitinho, ter uma trilha memorável, e pela Krakhozia. Lol

* Forrest Gump – Minha mãe sempre dizia – a vida é uma caixa de bombons, você nunca sabe o que você vai pegar em seguida. Acho essa uma das histórias mais fantásticas do cinema. Adoro tudo nela. O fato de uma pessoa com tantas dificuldades conseguir fazer enormes façanhas, sem nunca ser triste ou ressentido. E a interpretação do Tom Hanks é memorável. Amo esse filme.

* Trainspotting – Acho que não existe ator de quem eu seja mais fã do q o Ewan McGregor. Sim, eu tbm babo pelo Brad Pitt, mas o Ewan é meu queridinho, sempre vejo os filmes dele, e acho interessante as escolhas q ele faz como ator. Essa história me surpreendeu. Não gosto de filme de drogado, em boa parte dele alguém está high. E algumas cenas seria melhor não ver (falo da cena da privada em especial). Mas o final é genial. Afinal – “I’m gonna be just like you. The job, the family, the fucking big television. The washing machine, the car, the compact disc and electric tin opener, good health, low cholesterol, dental insurance, mortgage, starter home, leisure wear, luggage, three piece suite, DIY, game shows, junk food, children, walks in the park, nine to five, good at golf, washing the car, choice of sweaters, family Christmas, indexed pension, tax exemption, clearing gutters, getting by, looking ahead, the day you die.”

* De Volta Para o Futuro – (Back to the Future) – esse eu adoro a trilogia. E vou adorar para sempre. Filme que marcou minha infância, que vi no cinema sem ser dublado com 6 anos (e não entendi nada – aliás, se não me engano, foi o último filme da série). Só posso dizer uma coisa – Think McFly, Think!

Acho que vou parar por hoje. Em breve, volto a postar sobre mais filmes (minha lista interminável, rs).

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